É aquela coisa: a gente dá a mão e já querem o corpo inteiro
Digam lá, meus leitores.
Vim falar de uma coisa que me indignou muito quando vi, porque, chega a ser engraçada de tão absurda.
Vi uma matéria com o seguinte título em um site:
Líder de movimento gay quer “Pedofilia já”.
Ei, é sério isso? - Eu me perguntei.
E fui investigar.
E não é que era deveras, mesmo?
Fiquei de cara, galero.
OBS: NADA CONTRA GAYS, PORRA.
Mas sabe aquela história de que quando se dá muita oportunidade, muita ajudinha, muita mãozinha, a pessoa quer o corpo inteiro? Abuso de poder? Abuso de autoridade?
Esse é um dos casos.
O cara é um pervertido.
Li um dos depoimentos dele sobre essa nobre causa, e isso me nauseou profundamente que até me atingiu na alma. Leiam um trecho bem pornográfico vocês mesmos:
“No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão. Um “efebo” do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder.
Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio. Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?!
Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (desde pudim de leite e construir uma estante de madeira, a cuidar do jardim e navegar na internet), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho, que me fizesse massagem quando a dor na perna atacar. Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade.
Quero um moleque fogoso, que fique logo com a pica dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu caralho, devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o cuzinho piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu furico. Cuzinho bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu cacete, se abrindo, excitado para engolir a manjuba toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir!”
Quando ele diz meu “principezinho”, ele está se referindo a menores de idade e crianças. Isso é mais um daqueles pensamentos bizarros que algumas organizações ou caras meio doentes no que tange ao pensamento sexual, dando uma de Freud e dando como desculpas costumes de civilizações antigas. Será que a nossa sociedade quer mesmo regredir? Pensei que ao menos nossa missão, daqui para frente, fosse avançar no caráter, nos sentimentos, nas ações uns com os outros. Mas tem certos cânceres entre as pessoas, como esse Sr. Luiz Mott, que tem um vasto conhecimento em antropologia, história e pesquisa, que se acham donos do pedaço apenas por serem gays e líderes.
Olha, a coisa não é bem assim.
Primeiro vocês queriam igualdade. É o que vocês estão conseguindo, não é?
Ótimo. Isso é o necessário. Igualdade é o primeiro passo pra algo mais justo.
Mas passar por cima das outras pessoas, significa que vocês estão querendo serem superiores a nós.
Passaram dos limites.
Digo isso na terceira pessoa do plural, porque mais de uma pessoa (mais de um cérebro fétido como esse) apóia esse tipo de causa.
Me digam, vocês gostariam que seus filhos pequenos fossem abusados? Que tipo de sangue de barata corre na veia de vocês?
Sério, só me pergunto isso.
Esse negócio de quebrar direitos das crianças.
Daqui a pouco ninguém tem mais nenhum direito.
O nosso direito vai acabar terminando de acordo com a vontade do outro.
Senhores gays e o restante da sociedade que é pederasta e curte criancinhas: vão se auto-penetrar.
As crianças não foram responsáveis por vocês serem homossexuais. Não queiram usá-las como objeto indiscriminado de prazer, coisa que ela não é. Ela é apenas a parte inocente da sociedade, que espero que um dia salve o país.
Só isso.
Um abs.
