Blindness
Quando usam essa expressão de que o “amor é cego”, querem dizer sobre a beleza de um ou de ambos os membros de um relacionamento.
Mas não é exatamente isso que eu quero dizer.
Este conceito se transforma quando se trata da minha realidade.
Quer dizer…
Isso se aplicou de outra maneira por aqui.
Então…
Até um certo ponto você acha que significou consideravelmente pra alguém até que ela te conta o que você nunca esperava.
Estava até subentendido… Mas sabe aquelas coisas que você só prefere suspeitar do que saber ao certo? Tipo traição? Pois é.
Mas não foi isso.
É que, não sei… suspeito que eu tenha um forte transtorno de sempre considerar demais as pessoas e depois descobrir que fui apenas “aquele” passatempo manero na vida da pessoa.
E aí quando eu vou ver, é verdade.
Passo todo o tempo dizendo pra alguém que eu não valho nada, que eu sou horrivelmente irritante e a pessoa me tentando provar o contrário todo o tempo. Até que ela me conta que achou um alguém perfeito pra encaixar na vida dela. Ah é, mas e você? Não era você que a pessoa achava adorável?
Como tudo muda de lado quando uma atração aparece, né?
Ninguém vê mais amigos, nem nada.
Tenho que parar de ser ceguinha e começar a enxergar de uma vez por todas que ninguém aqui é coração mole.
Os seres humanos estão aqui pra foderem mesmo, uns com os outros. Tanto literalmente como em metáfora.
E eu realmente não quero perder essa esperançazinha restante em myself e no mundo que me cerca, porque senão aí vira bagunça.
É que nem se acharem a cura para o vírus da AIDS.
Vão transar até transbordar o mar de porra.
Ninguém vai estar mais ligando pra limite nenhum.
Doenças, leis e afiliados, existem para barrar o caráter do ser humano, que ao que me parece, vai até onde a vontade descontrolada dele quiser.
Vida filha da puta.