Single? Taken? ✔Writing

Irrelevâncias comuns a muitos.

Juno

Ôpa.

Três posts numa noite é meu recorde.

Mas ok, estou muito pilhada pelos estudos de eletrônica digital e com aquela manera vontade de dormir que ninguém tem noção.

Cheia de portas lógicas dentro da cabeça. Amanhã tenho 6 provas finais e adivinha, tenho também que decidir minha vida sentimental, então, são 7 provas, sendo que uma, pode me reprovar pra vida.

Não sei se vocês viram o filme “Juno” ou não, porque certa vez me disseram que era um filme de gente cult, babaca, underground e MAS NÃO, o filme tem sua essência embutida.

Eu gostei. Intimamente, eu me identifiquei com certos pontos da história.

E olha que tem muita Juno por aí.

Só tá faltando uns Paulie.

Homem tem que ser carinhoso com a classe feminina, tá sabendo?

Não só na hora que você quer conquistar a menina pra dar uns pegas, por que se ela for esperta o bastante, ela sabe que você não vai olhar pra cara dela amanhã.

Cadê os caras que sabem tocar violão? Que propõem formar uma banda com sua respectiva amada?

Cara, que juventude morta e sem graça.

Tudo muito na base de dar “fugidinhas com você” e buscar “aquela lua que brilha lá no céu”, sendo que é tudo muito da glote pra fora.

Vamos revolucionar, vamos?

Tragam o amor de volta.

Ouçam novamente Beatles e lembre que ALL WE NEED IS LOVE e parem de insistir que fazer o rodízio do maior número de pessoas até o fim da sua vida significa dar um sentido digno pra ela.

A vida é mais do que penetração, ô galera.

Não é por nada, mas.

Você aí, que é metido a pegador, vai chegar na velhice e se perguntar ou olhar pro lado. Nem a brisa da janela escancarada você vai sentir, porque não foi o caminho do companheirismo que você escolheu, foi o da variedade e da solidão.

Na vida é assim.

No final, o amor que você recebe é igual ao amor que você dá, ou é por aí.